pois é…
Nenhuma interrupção era permitida. Nem no indivíduo nem no continente inteiro havia permissão para o descanso; não há esconderijo para a existência; os intervalos verdadeiros não foram inventados.
Gonçalo M. Tavares, A Máquina de Joseph Walser, Cap. XIV, 2, pág. 97, Caminho, 2004.
